Aracruz Celulose obtém sucesso no uso de incentivos fiscais para a inovação

A Aracruz Celulose, empresa brasileira líder mundial na produção de celulose branqueada de eucalipto, conseguiu recuperar mais da metade dos gastos da empresa em P&D utilizando a Lei do Bem

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A Aracruz Celulose, empresa brasileira líder mundial na produção de celulose branqueada de eucalipto, responde por 27% da oferta global do produto, destinado à fabricação de papéis de imprimir e escrever, papéis sanitários e papéis especiais. Uma empresa inovadora, que assim como o Instituto Inovação, preocupa-se com o desenvolvimento tecnológico.

Utilizando os incentivos fiscais da Lei de Inovação, regulamentados pela “Lei do Bem”, a Aracruz conseguiu recuperar mais da metade dos gastos da empresa em Pesquisa e Desenvolvimento, na forma de dedução de impostos.

“O trabalho foi excelente. A equipe é muito flexível e dedicada, o que facilitou o desenvolvimento, porque tínhamos que lidar com a agenda de muitas pessoas e de diversas áreas, além de lidarmos com prazos legais a cumprir.”, conta Glaisy Domingues, gerente tributária da Aracruz.

Glaisy elogia o avanço da legislação no sentido de incentivar a inovação nas empresas. “A chamada Lei do Bem faz com que as empresas possam investir cada vez mais em novas tecnologias, porque o investimento retorna para a companhia”, diz.

Entretanto, a gerente tributária ressalta a insegurança no uso do incentivo, já que algumas regras e conceitos ainda não são apresentados de forma clara. O fato de a fiscalização ser responsabilidade da Receita Federal, que não é familiarizada com este tipo de trabalho, também reforça este sentimento, já que antes da “Lei do Bem”, os projetos desse tipo eram aprovados pelo MCT, que hoje é quem tem o know-how desse tipo de projeto. “Espero que as pessoas responsáveis pela Receita Federal procurem o MCT para aprender o que são esses incentivos e poderem fazer uma fiscalização consciente”, conclui.

A atuação do Instituto Inovação com sua experiência em gestão da inovação e da Inventta+bgi/ABGI, especializada em incentivos fiscais, é uma forma de auxiliar no mapeamento e classificação dos projetos de P&D, sob a ótica da legislação, e com isso, garantir a correta justificação do uso dos incentivos. Procura-se, ainda, capacitar a empresa para a continuidade de utilização dos incentivos nos exercícios futuros.

Funcionou com a Aracruz. Nas áreas que são exclusivamente dedicadas à pesquisa e ao desenvolvimento, a recuperação fiscal dos gastos com P&D foi de cerca de 54%. Glaisy ressalta que o trabalho realizado foi excelente em vários aspectos. “O resultado foi além do que esperávamos. Sabemos que ainda temos muito que fazer internamente, mas o resultado obtido até agora foi fantástico. Isso até estimula as áreas mais operacionais a participarem do projeto e, realmente, se engajar.”

Para Christimara Garcia, diretora da Inventta+bgi/ABGI, o trabalho junto a Aracruz é um grande caso de sucesso. “O trabalho realizado na Aracruz demonstra o potencial do uso dos Incentivos Fiscais para Inovação, por parte das empresas, e a capacidade das equipes do Instituto Inovação e da Inventta+bgi/ABGI”, comemora.

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