M Dias Branco: receita para utilização de incentivos fiscais

Consultoria aprimora gerenciamento de projetos em empresa do setor alimentício

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Quando abriu sua primeira padaria, a Imperial, em Fortaleza, em 1936, Manuel Dias Branco talvez não tivesse consciência de que estava dando o pontapé inicial para a edificação de um dos maiores grupos alimentícios do Brasil e que, hoje, lidera a produção de biscoitos e massas na América Latina.

Mesmo depois de uma trajetória de mais de 70 anos de sucesso, porém, a administração da M Dias Branco percebeu que era preciso dar mais um passo à frente, melhorando o processo interno de gestão de incentivos fiscais e a utilização dos recursos para P&D&I. A empresa, então, acionou a Inventta+bgi/ABGi Brasil, que prestou um trabalho de consultoria na área de inovação tecnológica para utilização da Lei do Bem.

Receita para utilização dos incentivos-fiscais

O projeto, que começou em outubro de 2010, foi dividido em cinco etapas, iniciadas por uma fase de diagnóstico. “Nesta fase era preciso conhecer o trabalho que a empresa fazia até então, identificando oportunidades e riscos”, explica a coordenadora técnica do projeto, Ludmila Aquino. A equipe da Inventta+bgi/ABGi Brasil buscou mapear quais eram as áreas da M Dias envolvidas com projetos de P&D, quais eram responsáveis pela gestão do uso dos incentivos fiscais à inovação e a efetividade do uso das ferramentas utilizadas no processo de apuração dos benefícios.

A segunda etapa, de prospecção interna, consistiu na avaliação dos projetos da empresa e das áreas específicas com potencial para receberem incentivos fiscais. A partir daí, foi feita a descrição e classificação dos projetos como atividades de inovação tecnológica para a Lei do Bem.

 

“Precisávamos de uma empresa que nos suportasse tecnicamente na execução dessas atividades. Esse trabalho era centralizado na área administrativa, mas não tínhamos referencial sobre a qualidade das informações que estávamos produzindo”, explica o analista tributário da M Dias Branco, Rômulo Miranda de Lavor.

As etapas que se seguiram foram as de recuperação fiscal, em que foi feita a apuração dos incentivos relativos ao ano de 2010, e de prestação de contas ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), que ainda está em andamento.

 

Plano de ação

Com dados em mãos, a equipe passou então à elaboração do plano de ação. Foi sugerido um novo processo, que estivesse alinhado à estratégia da M Dias Branco para gestão dos incentivos fiscais.

Dentre as sugestões que constam no relatório, a equipe da Inventta+bgi/ABGi Brasil propôs a criação de controles de atividades por projetos, nas áreas de apoio, e a criação de um comitê interno da Lei do Bem, com membros de diversas áreas envolvidas no processo, inclusive da área de Gestão de Projetos, que está sendo estruturada . “Este novo processo visa à otimização e a maior segurança na utilização dos incentivos fiscais da Lei do Bem”, explica Ludmila.

Conseguimos vislumbrar todas as possibilidades de melhoria do nosso desempenho e, o que é mais importante: com ações sólidas e compatíveis com a realidade da empresa”.

Rômulo Miranda de Lavor,
analista tributário da M Dias

A diretoria da M Dias Branco projeta iniciar a implementação do plano de ação no mês de maio. Entretanto, os resultados obtidos até agora já rendem grande satisfação. “Foi um trabalho muito bem conduzido e que superou nossas expectativas. Já conseguimos vislumbrar todas as possibilidades de melhoria do nosso desempenho e, o que é mais importante: com ações sólidas e compatíveis com a realidade da empresa, sem fórmulas mirabolantes”, exalta Rômulo.

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