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A Contabilização do ESG

Como abordamos no nosso último artigo o futuro do ESG está na contabilidade!

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Falamos que as iniciativas ESG (sigla em inglês para boas práticas ambientais, sociais e de governança) estão se tornando imperativo para aquelas empresas que desejam garantir competitividade no longo prazo. Além disso, tais práticas só se tornam tangíveis se estiverem embasadas na contabilidade, pois garante prudência, segurança e confiança na informação.

Nesse sentido, várias instituições como a Fundação das Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS Foundation), Reporting Initiative (GRI), Sustainability Accounting Standards Board (SASB), entre outras têm discutido uma série de propostas para quantificar o impacto das iniciativas ESG no âmbito das firmas.

No último mês, o IFRS publicou um artigo, intitulado “IFRS S1 general requirements for disclosure of sustainability-related financial information” apontando os requisitos gerais para a divulgação de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade. Nele, a instituição lista as principais ações para a divulgação pelas entidades de informações sustentáveis, tais como:

  • governança dos riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade, e a estratégia para abordá-los;
  • decisões de indicadores e seus desdobramentos, atendendo aos critérios de reconhecimento nas demonstrações financeiras;
  • reputação, desempenho e perspectivas fruto das ações realizadas e seus impactos e interdependências com a sociedade, a economia e ao meio ambiente; e
  • desenvolvimento de ativos baseados em conhecimento.

O relatório conta ainda com boas práticas na formulação de relatórios ESG, trazendo as principais diretrizes de conformidade e prudência:

  • Governança – os processos de governança, controles e procedimentos que a entidade utiliza para monitorar e gerenciar riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade;
  • Estratégia – a abordagem para lidar com os riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade que podem afetar o modelo de negócios da entidade e estratégia de curto, médio e longo prazo;
  • Gerenciamento de riscos – os processos que a entidade usou para identificar, avaliar e gerenciar os riscos relacionados à sustentabilidade;
  • Métricas e metas – informações usadas para avaliar, gerenciar e monitorar o desempenho da entidade em relação aos riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade ao longo do tempo.

No Brasil, as entidades estão se voltando para aplicação de boas práticas socioambientais. Nesse sentido é necessário o mapeamento de suas ações, estruturação de governança e gestão de riscos, contabilização das práticas ESG, estudos de impacto para economia verde, circular e solidária.

Além disso, soluções inovadoras têm maior capacidade de sucesso na estratégia ESG; a chamada inovabilidade realiza a aliança entre inovação e impacto social positivo capturando maior número de clientes. Por fim, a gestão transparente e relações de longo prazo com os stakeholders configuram a chave para a competitividade.

Apesar da falta de algumas peças chave como mercado de carbono, gestão de resíduos, saneamento, e uma política mais forte ligada aos ODSs (objetivo do desenvolvimento sustentável) as esferas dos governos estão se voltando para as políticas ESG para fomento e incentivos fiscais.

Há diversas oportunidades de recurso reembolsáveis, não reembolsáveis ou apoio indireto para a economia verde. A Abgi atua na conexão desses mecanismos com as empresas e auxilia na gestão estratégia de recursos para boas práticas ESG e de inovação.


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