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Diretrizes para implementações de práticas ESG

Neste episódio de podcast, Fernanda Freitas comenta as diretrizes atuais para o tema

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Já abordamos em outros episódios alguns desafios que as empresas enfrentam para implementação de práticas ESG, um deles é falta de padrões e normas.

É conhecida a importância de mapear riscos associados às atividades da empresa, assim como estabelecer estratégias de prevenção e mitigação desses impactos, estabelecendo métricas de acompanhamento e divulgação de relatórios. Contudo, as empresas sentem falta de orientações e regulamentações que as ajudem a realizar essas atividades.

Por isso, neste episódio, convidamos, Fernanda Freitas, coordenadora de inovação e ESG na Abgi Brasil, para comentar quais as diretrizes atuais para o acompanhamento das práticas de ESG. Segundo Fernanda, dificilmente teremos um regramento universal que abrangerá as especificidades de todas as nações. No caso do Brasil, as principais agendas que direcionam a pauta ESG, referente à impactos climáticos são, o Acordo de Paris e a Agenda 2030, da ONU.

Agendas nacionais

Dentre as nações que estão se organizando para estabelecer normas, em 2021, a União Europeia divulgou suas diretrizes para divulgação de suas finanças sustentáveis. Em 2022, a China estabeleceu as suas orientações para que as empresas comuniquem as suas ações ESG.

O Brasil também está avançando nesta pauta ambiental, com a definição da política nacional de mudança climática, a lei em tramitação que regulamenta o mercado de carbono regulado e a política nacional de resíduos sólidos. Em 2021, a CVM publicou uma resolução que indicando para as empresas de capital aberto que integrem os resultados ESG aos resultados financeiros.

Padrões internacionais

Há alguns padrões reconhecidos internacionalmente que podem apoiar as empresas como os indicadores do GRI e dos indicadores do SASB. Além disso, em 2020, as cinco principais instituições que estabelecem métricas e padrões associados a ESG se uniram para construir uma padronização mais integrada das formas de mapear, gerir e reportar os riscos associados à fatores socioambientais.

Portanto, apesar de ser uma discussão nova, observa-se uma tentativa de convergência de ações, é uma reposta para unificar os diferentes padrões entre países e tornar mais fácil a comparação dos indicadores.

Uma das ações mais recentes, foi liderada pela IFRS Foundation que reuniu um corpo de especialistas para propor padrões para a divulgação de informações financeiras relacionadas á sustentabilidade que pudessem ser adotadas globalmente. Este documento ainda está em fase de consulta pública, e devemos conhecer a versão final do documento no final do ano de 2022.

Com estes padrões, será mais fácil para empresas realizar a metrificação e divulgação das suas iniciativas, assim como, para o público ficará mais fácil observar a seriedade das empresas em relação aos seus compromissos ESG.

Convidamos todos a conferir a nossa análise do documento do IFRS e confira o episódio do podcast na íntegra.

Links indicados no episódio:


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