Inventta+bgi participa da III Semana de Engenharia da FPT

As especialistas Carina Leão e a Marina Loures ministraram uma palestra para os funcionários da FPT sobre os programas para o setor automotivo

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Na última quinta-feira (17/08), a Inventta+bgi participou da III Semana de Engenharia, que aconteceu na FPT Industrial. A Corporate Affairs Executive, Carina Leão, e a Innovation Manager, Marina Loures, ministraram uma palestra para os funcionários da FPT, sobre os programas do governo e o Inovar-Auto na CNHi, além de resultados gerais do programa e apresentaram o novo Rota 2030 e suas expectativas.

Carina Leão apresentou um histórico de como foi o Inovar Auto, que terá seu fim no dia 31 de dezembro desse ano. O programa veio com o objetivo de aumentar a competitividade, melhorar as tecnologias e segurança para os carros produzidos e vendidos no Brasil. Somente poderia se habilitar ao Inovar Auto as empresas que estivesse regular em relação aos tributos federais e que assumissem o compromisso de atingir níveis mínimos de eficiência energética.

“O Inovar Auto trouxe muitos benefícios e mudança de cultura para o nosso país. Entretanto, em alguns quesitos, como segurança, o Programa não trouxe o resultado esperado”.

Quanto ao Rota 2030, ainda não se pode afirmar muitas coisas, ele foi lançado em 18 de abril deste ano, e vem com a promessa de maior duração (15 anos, divididos em 3 quinquênios) e foi dividido em 6 grupos de trabalho: Reestruturação da cadeia de autopeças e apoio ao acesso ao mercado para as pequenas e médias empresas; P&D e engenharia, envolvendo conectividade e manufatura avançada;  Eficiência energética e novas tecnologias de motorização e seu alinhamento com as políticas de emissões e biocombustíveis; Segurança ao longo do ciclo de vida do veículo; Produção em baixos volumes, envolvendo veículos premium e sistemas automotivos estratégicos; e, estrutura de custos para integração competitiva.

Segundo apresentado por Marina Loures, o que se pode esperar do Rota 2030 é colocar a indústria nacional em um patamar internacional, possibilitando a exportação dos produtos de maneira competitiva.

“O programa tende a, inclusão do setor de autopeças, mais oportunidade para pequenas e médias empresas, com fontes de financiamento exclusivas e estruturantes, inclusão dos importadores e, consequentemente, fim da barreira protecionista, eficiência energética, segurança, conectividade, eletrificação, direção autônoma, manufatura 4.0, simplificação do processo de utilização do benefício e regime tributário diferenciado para fomentar o desenvolvimento de tecnologias localmente”, conclui.

Para o After Treatment Systems & Technical Certification, Gustavo Teixeira, a palestra foi esclarecedora.

“Superou todas as nossas expectativas. O evento teve como objetivo trazer mais conhecimentos aos colaboradores, e o interessante é que eles mesmo que sugeriram os temas e as empresas que eles gostariam de ouvir. Só temos que agradecer”.

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