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Rumo ao avanço tecnológico

Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação para o período 2016-2019 aponta os caminhos para que o país seja mais competitivo e faça mais investimentos em inovação

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Posicionar o Brasil entre os países com maior desenvolvimento em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), esse é um dos principais objetivos da Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (Encti) 2016-2019. A tarefa não é fácil, mas o documento expõe o que é preciso para que o país dê um salto no desenvolvimento científico e tecnológico e consiga elevar a competitividade de produtos e processos, assim como apresenta as prioridades do governo para os próximos anos.

Elaborada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em parceria com a comunidade científica e o setor produtivo, a Encti 2016-2019 substitui a Estratégia vigente desde 2012. O documento estabelece como pilares a promoção da pesquisa científica básica e tecnológica; a modernização e ampliação da infraestrutura de CT&I, a ampliação do financiamento para o desenvolvimento dessa área; a formação, atração e fixação de recursos humanos; e a promoção da inovação tecnológica nas empresas. Para cada um desses pilares, são indicadas ações a serem realizadas no período.

Entre as demais metas da Encti está aprimorar as condições institucionais para elevar a produtividade a partir da inovação; reduzir assimetrias regionais na produção e no acesso à CT&I; desenvolver soluções inovadoras para a inclusão produtiva e social, e fortalecer as bases para a promoção do desenvolvimento sustentável.

Para alcançar esses objetivos, a Encti 2016-2019 aponta 11 áreas estratégicas: aeroespacial e defesa, água, alimentos, biomas e bioeconomia, ciências e tecnologias sociais, clima, economia e sociedade digital, energia, nuclear, saúde, e tecnologias convergentes e habilitadoras.

Empresas interessadas em investir em tecnologia e inovação, com o apoio do governo federal, precisam ficar atentas a esse caminho apontado pelo Encti. O governo tem uma proposta para esse período e os empreendedores e negócios que estão alinhados à essa estratégia poderão se beneficiar de mais oportunidades.

 

Destaco alguns aspectos das áreas indicadas pela Estratégia 2016-2019

Big data, computação na nuvem e internet das coisas são exemplos de temas prioritários que têm orientado os investimentos em inovação no campo das Tecnologias da Informação e Comunicação. Essas tecnologias estão cada vez mais presentes no cotidiano da sociedade, provocando rápidas mudanças nas formas de aprendizado e na maneira como as pessoas se relacionam. As facilidades proporcionadas pelo rápido avanço dessas tecnologias são acompanhadas por crescentes preocupações com a segurança cibernética, tornando esse um tema prioritário nas políticas de CT&I.

As estratégias nacionais para lidar com a mudança climática também têm contado com o avanço de soluções tecnológicas em áreas como: energias renováveis, eficiência energética, captura e armazenamento de carbono. Vale ressaltar que a constituição de sistemas urbanos mais seguros e eficientes também é um dos tópicos prioritários das agendas de CT&I.

Além disso, a próxima geração de tecnologias de produção está sendo fortemente apoiada por países com níveis de industrialização mais avançados. Temas como nanotecnologia, novos materiais, impressoras 3D, indústria 4.0 e manufatura avançada são recorrentes nos documentos das políticas de inovação de diversos países.

Outras áreas como segurança energética é uma preocupação central na sociedade contemporânea. Gerar energia de forma limpa, segura e eficaz é o objetivo de muitas iniciativas tecnológicas como smart grids, veículos elétricos e novas baterias. E para lidar com o aumento da longevidade populacional, há oportunidades para inovações para assegurar melhores condições de saúde, de mobilidade urbana, de cuidados domésticos e de integração social.

Acesse o documento Encti na integra por este link, e avalie se o planejamento da sua empresa está alinhado com as necessidades da sociedade e os objetivos do governo.

 

marina-louresMarina Loures é coordenadora de projetos da Inventta+bgi/ABGI e trabalha há sete anos com inovação. Graduada em Engenharia de Controle e Automação pela UFMG, com pós-graduação em Gestão de Negócios na Fundação Dom Cabral e mestrado em Engenharia Elétrica. Acumula amplo conhecimento em incentivos fiscais à inovação, captação de recursos e estruturação de centros de pesquisa, bem como formulação de relatórios e pareceres.


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