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Seríamos nós supergalinhas?

Empreendedora americana defende fim do modelo de produtividade estimulada pela competição

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Interessado em aumentar a produtividade de uma população de galinhas, o biólogo William Muir, pesquisador da Universidade de Purdue, nos Estados Unidos, resolveu fazer um experimento. Separou aleatoriamente um grupo de animais e deixou que se desenvolvesse livremente por seis gerações. Um segundo grupo também foi formado, mas apenas com os indivíduos mais produtivos, que ele chamou de supergalinhas. Esse grupo também foi acompanhado pelo mesmo período, mas a cada geração uma nova seleção de supergalinhas era feita.

A essa altura você deve estar se perguntando qual a relevância desse experimento, que tinha por objetivo o aumento da produção de ovos, para uma newsletter focada em inovação? Para a empreendedora Margaret Heffernan, o experimento das supergalinhas é um reflexo exato do que acontece nos ambientes corporativos atuais.

Em palestra no TEDWomen 2015, Margaret pondera que durante toda a vida somos ensinados que o caminho para o sucesso é a competição. Nossa urgência de sermos os melhores é o que nos tornaria mais produtivos. A empreendedora, porém, discorda. Ela cita pesquisas do MIT que identificaram três características em grupos de trabalho com alto nível de produtividade: empatia entre os membros, divisão isonômica do tempo e maior presença de mulheres. “O ponto-chave é a ligação social entre os integrantes do grupo. Em um ambiente de trabalho, cooperação é muito mais importante que inteligência individual”, salienta.

Para compreender melhor o raciocínio desenvolvido por Margaret e também para saber o resultado do experimento com as supergalinhas, assista ao vídeoda palestra:


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